Todo público é considerado massa e toda massa é atacada pela mensagem.
As questões lançadas nos EUA foram de mercado, poder e audiência. Ocorreu no período das duas guerras mundiais ( especialmente nos anos 20 e 30). Foi uma época em que o meio de comunicação entre as pessoas era a carta.Depois de um bom tempo, com a evolução e o avanço da tecnologia, passou a surgir o rádio e a televisão. A primeira impressão que causava nas pessoas era de espanto, pois nunca haviam visto algo assim. Começaram então a perceber que tudo que era lançado na mídia, tinha um grande efeito sobre a população de massa.
A população de massa era facilmente de ser manipulada, existindo assim, um conceito muito forte de alienação.
Teoria Hipodérmica: seu modelo foi uma das primeiras teorias da comunicação propriamente dita, ajuda a entender como teorias posteriores se organizaram.
Ex, teoria de Lasswell: " Quem? diz o que? para quem? em que canal? com que efeito?"
Se preocupa mais com o efeito que a mensagem vai ter sobre o receptor. (feedback)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
A IMPORTANCIA DA COMUNICAÇÃO INTERNA NAS ORGANIZAÇÕES...
COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO
• Emissor: passa a mensagem.
• Receptor: recebe a mensagem.
• Mensagem: aquilo que está sendo passada/recebida.
• Meio: por onde está passando (canal).
• Resposta: “Feedback”.
A comunicação interna é uma ferramenta estratégica para a contabilização dos interesses dos empregados e da empresa, através do diálogo, da troca de informações e de experiências. Tem como objetivo fazer com que o funcionamento esteja integrado e com que os funcionários estejam a par de tudo que acontece dentro dela, para que eles se sintam parte da organização, no caso, a comunicação ajuda a construir o futuro e o desenvolver de uma visão onde as pessoas participam juntas e se envolvem nos processos de mudanças, assim estimulam o sentido de pertencer, o que gera comprometimento por parte dos empregados.
Um erro muito freqüente nas empresas é que elas estão preocupadas em melhorar e acabam investindo muito em treinamentos, mas na maioria das vezes, a dificuldade está na falta de comunicação.
terça-feira, 19 de abril de 2011
A importância de um assessor de imprensa ...
A assessoria de imprensa é um instrumento dentro do composto de Comunicação desenvolvida para as organizações, fazendo parte das atividades da área de comunicação. Ao contrário do que alguns equivocadamente pensam, a tradução do inglês Publicity não tem a ver com Publicidade, mas com assessoria de imprensa. Sua principal tarefa é tratar da gestão do relacionamento entre uma pessoa física, entidade, empresa ou órgão público e a imprensa.
No Brasil, os profissionais que desempenham a função de Assessoria de Imprensa costumam ter formação em Relações Públicas ou em Jornalismo. Em outros países, a função não é reconhecida como jornalística, e sim como de relações-públicas.
Objetivos gerais:
- Estabelecer relações sólidas e confiáveis com os meios de comunicação e seus agentes, com o objetivo de se tornar fonte de informação respeitada e requisitada.
- Criar situações para a cobertura sobre as atividades do assessorado, para alcançar e manter – e, em alguns casos, recuperar – uma boa imagem junto à opinião pública.
- Apresentar, firmar e consolidar as informações pertinentes aos interesses do assessorado no contexto midiático local, nacional e internacional.
- Implementar a cultura de comunicação de massa nos aspectos interno e externo relativamente ao assessorado por meio de condutas pró-ativas junto à estrutura midiática.
- Capacitar o assessorado e outras fontes de informação institucionais a entender e lidar com a imprensa.
Uma das principais funções do assessor de imprensa é aproximar dos meios de comunicação a realidade das empresas, suas notícias e principalmente informações de interesse público. É impossível para os meios de comunicação ficarem sabendo de tudo o que ocorre em entidades privadas e organismos governamentais sem a ajuda de um assessor de imprensa.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Protesto Online
Vivemos em uma era em que se fala muito em tecnologia e internet. Com toda a evolução do mundo é difícil evitar esse assunto.
A internet surgiu na década de 90, mostrando facilidade e rapidez em disseminar informações e conectar pessoas de qualquer lugar do mundo com apenas um click, despertando o interesse de muitas pessoas inclusive dos ativistas.
O movimento ativista é considerado um protesto passivo, de greve ou de desobediência civil ou até mesmo de franca militância ativa, como acontece em invasões de terrenos ou propriedades, motins e em caso extremo, o terrorismo e a guerra civil.
Com a explosão do advento da internet surgiu o Ciberativismo que se define em uma forma de ativismo realizado através de meios eletrônicos, como a informática e internet.
O Ciberativismo surgiu como uma alternativa aos meios de comunicação de massa tradicionais que permitiu driblar o monopólio da opinião pública.
Utilizando da internet os ativistas tinham mais liberdade para expressar suas opiniões e causar muito mais impacto, até porque com a rapidez na transmissão da informação, muito mais pessoas recebiam as mensagens ao mesmo tempo em um curto período.
Digamos que no “mundo real”, as formas de manifestações mais comuns, como exemplo as passeatas, abaixo assinados, petições e atos de vandalismos, podem também ser feitos através da Web, os sites podem ser invadidos e ter o seu conteúdo modificado ou então organizações de passeatas virtuais para boicotar algum site impedindo que seu conteúdo seja acessado por outras pessoas. Há inúmeras formas de praticar o Ciberativismo, além das citadas acima, há também abertura de fóruns de discussões sobre determinado assunto, pode-se, por exemplo, escrever e-mail para representantes políticos exigindo providências.
Diversos grupos, entre eles, o MST (Movimento Sem Terra) e o Greenpeace (Movimento Verde) apostaram na Web para promover campanhas, organizar passeatas, mobilizar a população em prol dos seus interesses e acima de tudo para chamar a atenção do governo para que se tome uma atitude em relação ao que se julga de interesse coletivo.
Alguns representantes políticos, como exemplo, o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fizeram da Internet , sua maior ferramenta para ganhar a eleição. Obama utilizou de e-mails, convites, pedidos de ajuda financeira, vídeos, material de campanha, doação online, site personalizável, loja virtual, dezenas de comunidades segmentadas, espaço para debates online, site mobile, BarackTV , notícias, newsletters entre outros e o resultado de tudo isso foi que Barack conquistou um verdadeiro exército de jovens eleitores todos empolgados e votar a favor de sua moderna campanha.
No Brasil essa idéia tem tudo para dar certo, atualmente temos quase 40 milhões de eleitores internautas e esse número vem crescendo a cada dia.
Apesar de todas essas facilidades devido o uso da Internet, a ação concreta esbarra em obstáculos, como exemplo a exclusão digital, embora o número de internautas brasileiros venha crescendo a cada ano, segundo pesquisas do Comitê Gestor de Internet no Brasil, realizada em 2006,constatou que apenas 14,5% dos domicílios brasileiros dispõem de internet. A mesma pesquisa aponta que 66,7% dos brasileiros nunca usaram a internet. O estudo revela também que apenas 19,6% têm computador. Mais da metade da população, 54,3%, nunca sequer usou um computador.
Hoje esses números já devem ter mudado, mas ainda temos que lutar para que haja a Inclusão Digital, assim todos podem ter acesso a essa maravilhosa ferramenta, que se usada com sabedoria pode trazer bons frutos para o futuro da civilização.
Saiba mais : CIBERATIVISMO
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