terça-feira, 20 de março de 2012

Dia do Blogueiro

Olá amigos!

Hoje comemoramos mais uma data especial que não poderia passar despercebida por nós da Pillares C.I. Hoje é o dia do Blogueiro!
Gostaríamos de parabenizar a todos aqueles que de forma descontraída, simples e sempre criativa trazem notícias e novidades de qualidade gratuitamente para os internautas. Oferecendo opção, interatividade e rapidez.
Agradecemos as visitas, e continuaremos a postar assuntos da atualidade relacionados à comunicação.

Um pouco da história...


quinta-feira, 15 de março de 2012

15 de março - Dia do Consumidor


Hoje, 15/03 comemora-se o Dia Mundial do Consumidor e nós da Pillares não poderíamos deixar passar em branco uma data essencial para a nossa formação profissional e para nós como cidadãs.

Todo ser humano é consumidor, todos nós, comemos, nos vestimos, compramos veículos, casas entre muitas outras coisas. O consumo acontece há tempos em sociedades civilizadas desde quando se iniciou a troca de mercadorias por dinheiro.

Você sabia que a data comemorativa foi instituída em homenagem ao então Presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy? Pois é, em março de 1962 ele declarou no congresso americano os direitos dos consumidores, como a livre escolha de serviços e produtos, segurança e informação dos mesmos e o direito de ser ouvido.

Esse marco trouxe grandes benefícios aos consumidores, como o estabelecimento de direitos, que visam evitar qualquer tipo de constrangimento ou prejuízo, conseqüentemente melhorando o mercado e estimulando a qualidade dos produtos.

O consumo se tornou assim um assunto importantíssimo para nossa qualidade de vida e sobrevivência do planeta. Mas, vamos falar do que realmente nos afeta, o consumo consciente.

Consumir com consciência é ter uma atitude ecológica que supere a satisfação pessoal e respeite o meio em que se vive, o meio ambiente.

Pequenas atitudes podem mudar o quadro na promoção do consumo consciente:
  • Ø Recicle seu lixo;
  • Ø Prefira os produtos que são feitos de material reciclado;
  • Ø Prefira baterias e pilhas que possam ser recarregáveis
  • Ø Evite o desperdício de água;
  • Ø Evite o desperdício de energia elétrica;
  • Ø Para chegar a destinos próximos vá de a pé;
  • Ø Em caso de poucos andares, opte pela escada em um edifício;

Nós como consumidores temos em nossas mãos a chance de transformar o futuro em um lugar melhor para as próximas gerações, vamos adequar nossos hábitos para garantir um meio ambiente inteiro.

Essa é a mensagem que a Pillares CI deixa a todos vocês e não esqueçam de exigir seus direitos!

Até a próxima...

Pillares C.I.

terça-feira, 13 de março de 2012

Arte Africana



As artes plásticas da África que vemos nos livros e coleções são produtos desenvolvidos ao longo de séculos. Sejam esculpidos, fundidos, modelados, pintados, trançados ou tecidos, os objetos da África nos mostram a diversidade de técnicas artísticas que eram usadas nesse continente imenso, e nos dão a dimensão da quantidade de estilos criados pelos povos africanos. 


Tais estilos são a marca da origem dos objetos, isto é, cada estilo ou grupo de estilos corresponde a um produtor (sociedade, ateliê, artista) e localidade (região, reino, aldeia). Mesmo assim, devemos lembrar que os grupos sociais não podem ser considerados no seu isolamento, e, portanto, é natural que a estética de cada sociedade africana compreenda elementos de contato. Além disso, cada objeto é apenas uma parte da manifestação estética a que pertence, constituída por um conjunto de atitudes (gestos, palavras), danças e músicas. Isso pode determinar as diferenças entre a arte de um grupo e de outro, tendo-se em vista também o lugar e a época ou período em que o objeto estético-artístico era visto ou usado, de acordo com a sua função. 


Portanto, a primeira coisa a reter é que, na África, cada estátua, cada máscara, tinha uma função estabelecida, e não eram expostas em vitrines, nem em conjunto, nem separadamente, como vemos dos museus. Outra coisa deve ser lembrada: a arte africana é um termo criado por estrangeiros na interpretação da cultura material estética dos povos africanos tradicionais, diferente das artes plásticas da África contemporânea que se integram, como as nossas, brasileiras e atuais, no circuito internacional das exposições. 

Os principais produtos artísticos da África tropical são as máscaras e esculturas em madeira. Esses objetos tem a forma angulosa, assimétrica e distorcida. Para os membros da sociedade africana, eram objetos sagrados que traziam a força vital de um espírito ancestral ou da natureza. Tinha o poder de curar doenças e ferir os inimigos. Em ocasiões especiais, as máscaras e as estátuas, eram retiradas dos santuários, lavadas, untadas com óleo de palmeira, e decoradas com panos e contas.

Com base nesse conceito da Arte Africana, na aula do dia 12/03, de Arte e Estética Aplicada à Comunicação, Luciana Santos nos propôs mais uma vez, soltar a imaginação e deixar a criatividade tomar conta da aula. Dessa vez, tínhamos que criar um convite para a exposição de um artista africano chamado Zulu African, no convite deveria conter o texto e uma imagem que denominasse a assinatura do artista, no caso, as máscaras. Deveria conter também data, horário e local da exposição. 

Abaixo o trabalho realizado por nós da agência Pillares CI:


Usamos as cores que predominam na Arte Africana: marrom, vermelho, amarelo, verde, preto, branco. Para o nome da exposição, pesquisamos palavras da língua africana e escolhemos "CHITUNDU" que significa "Ninho dos pássaros".

Todas as agências deram um show de criatividade e estão surpreendendo a cada dia. Parabéns a todos.Buscar sempre evoluir, esse é o caminho.


Livro: Arte Comentada Da Pré-História ao Pós-Moderno  - Carol Strickland

segunda-feira, 5 de março de 2012

Profissionais de RP no exterior apontam tendências de mídia para 2012

Os meios sociais alteraram, de forma significativa, a maneira como as agências e os seus clientes pensam as campanhas de relacionamento com o consumidor. Do mesmo modo, foi também alterada a forma de relacionamento das agências com o seu público-alvo. Com base nestas premissas, o Departamento de Relações Públicas da Worldcom, rede mundial de agências de Comunicação e Relações Públicas, pediu aos seus parceiros para partilharem ideias sobre a evolução do papel da comunicação social como ferramenta de relacionamento com os consumidores, bem como as tendências que poderão alterar a forma como estes estarão incorporados nas campanhas de sensibilização em 2012. 


Os consumidores querem apenas receber a comunicação que lhes interessa - tudo o resto é ignorado ou desconsiderado. O futuro do mercado das Relações Públicas passa por encontrar novas maneiras de tornar as mensagens relevantes para os consumidores, alcançando-os através dos canais mais assertivos, defende em comunicado Will Ostedt, presidente do Departamento de Práticas do Consumidor da Worldcom e vice-presidente de Departamento de Marketing da Pollack PR de Los Angeles. Fique a par das cinco tendências emergentes na Comunicação Social que afectarão as abordagens ao consumidor, apontadas pelos parceiros da Worldcom na EMEA - Europa, Médio Oriente e África, Ásia Pacífico e regiões da América. 


Localização, Localização, Localização: O Departamento de Práticas do Consumidor da Worldcom deu conta de uma mudança para programas de Comunicação Social mais localizados, de forma a poderem acompanhar a par e passo o consumidor. Estes programas não são apenas destinados a envolver os consumidores e incentivá-los a partilhar o seu “brand love” com outros, mas pretendem também partilhar o seu dinheiro com o revendedor local. 


Filtragem de ruído: Os clientes estão a aprender a maximizar as ferramentas dos meios sociais para responder às suas necessidades pessoais, começando por eliminar o ruído. A necessidade fundamental de filtrar informações, aliada aos sistemas emergentes de filtragens como o Google +, em que a informação mostrada é cada vez mais determinada pelo comportamento passado e/ou desejo pessoal do utilizador, faz com que as agências tenham que encontrar frequentemente novas maneiras de estar presentes nas comunicações autorizadas e novas formas para serem vistas e ouvidas. As agências terão, igualmente, de se empenhar em passar conteúdos relevantes para um público mais identificado. 


Profundidade em detrimento de amplitude: O arranque dos meios sociais levou a maioria dos clientes a lutar para alargar as suas redes sociais, esforçando-se por angariar o maior número de amigos e seguidores, sem respeitar as barreiras de privacidade nem os seus interesses e sistemas de crenças. Em 2011, assistiu-se a uma mudança significativa, quando a profundidade das redes de consumo ganhou peso face à sua amplitude. De facto, o Departamento de Práticas do Consumidor da Worldcom tem vindo a assistir à limitação, por parte dos consumidores, do seu relacionamento com as pessoas e com as marcas que melhor se relacionam com o seu estilo de vida pessoal, confinando-se a redes sociais de nicho adaptadas aos seus interesses. 


Telemóvel é o novo PC: O aumento drástico de smartphones, tablets, eReaders e dispositivos móveis informatizados, ao longo dos últimos dois anos, modificou a forma como os consumidores interagem. O consumidor moderno está sempre conectado, interagindo em tempo real e vetando a relevância da parte da informação que lhe interessa, numa base permanente. Devido a esta tendência, as marcas e produtos também precisarão de estar conectados em todos os momentos e a interagir em tempo real com os seus clientes. 


Aparecimento do Twitter: O lançamento do iOS 5 da Apple em 2011, foi recebido com grande entusiasmo, devido ao novo sistema de operação “bells and whistles”, pelos utilizadores de telemóveis Apple e impulsionou outros a trocar os seus dispositivos para o iOS5. Apesar de toda a discussão, o facto é que o iOS5 fornece aos utilizadores uma integração directa com o Twitter. Tendo as redes sociais uma origem semelhante ao sistema operativo dos telemóveis computorizados, conduzem a uma aceitação mais ampla do Twitter como uma funcionalidade de utilização diária e aumenta a actividade dos utilizadores da rede social. 
(Texto publicado originalmente no site Marketeer)


Fonte: http://www.mundorp.com.br/

Homem tem que pedir desculpas à ex no Facebook para evitar cadeia

O americano Mark Byron precisará pedir desculpas públicas, durante 30 dias, para a ex-mulher, Elizabeth, no Facebook. Ele foi condenado pela corte da cidade de Hamilton, no estado de Ohio, Estados Unidos, por reclamar da antiga esposa na rede social.
Uma ordem de restrição já impedia Byron de chegar perto da ex-esposa. A situação se agravou quando ele decidiu publicar uma foto com o filho na rede social. A legenda e os comentários da imagem citavam a ex de forma depreciativa. Por isso, ela decidiu entrar com o processo, alegando que a iniciativa configurava assédio moral.
A corte americana julgou o caso e o condenou a postar uma publicação, durante 30 dias consecutivos, com um pedido de desculpas públicas, sob a condição de que a postagem deveria permanecer visível para todos. Desta forma, o americano não precisa ficar 60 dias preso e evita pagar uma multa equivalente a US$ 500, aproximadamente R$ 860.
Byron se justificou dizendo que se queixou da mulher no Facebook porque estava estressado com o processo do divórcio e da guarda de Jonathan, o filho do casal. Ele, porém, se comprometeu a não citar mais a mulher na rede social.

(*) Com informações do Portal O Globo / Techtudo Notícias

quinta-feira, 1 de março de 2012

Facebook mudou dinâmica dos namoros, diz pesquisa; veja as etapas da paquera virtual

Um estudo feito pelo ConsumerLab, laboratório de pesquisas de comportamento da Ericsson, lançou luz sobre como o Facebook mudou a forma como os adolescentes começam um namoro. Mais de 2.000 jovens americanos entre 13 e 17 anos foram entrevistados e as informações fornecidas por eles permitiram aos pesquisadores descobrir o passo a passo de como a paquera virtual se torna um relacionamento real.

Segundo o estudo, a maioria dos jovens usa a rede social como ferramenta para conhecer ou se aproximar de outros com o intuito de ter um relacionamento sério. “No geral, eles entram para coletar informações sobre a pessoa por quem estão interessados, não para a simples ‘pegação’”, diz Luciana Gontijo, responsável pela área de pesquisas de comportamento da Ericsson na América Latina.
Paquera com precaução
Passada a fase de levantar dados iniciais sobre a pessoa, passa-se a trocar mensagens de celular até que aconteça um encontro na vida real. De acordo com a pesquisa, os jovens evitam conversas por vídeo nessa etapa por preferirem não se expor para quem ainda não conhecem bem. Esse tipo de “chat” é visto por eles como mais apropriado para os adultos. “Eles têm bastante informação e estão cada vez mais conscientes de que precisam tomar cuidado com sua segurança enquanto usam a internet. Faz parte do processo da sociedade que vive conectada dia e noite”, explica Luciana.
Ela diz que os jovens têm consciência de que, além de servir para conhecer pessoas, a internet também pode ser uma ferramenta para enganar outros. Assim, o Facebook é frequentemente usado para se verificar a veracidade das informações passadas pela outra pessoa e com quem ela se relaciona. 
Só depois que já se sente alguma segurança é que o garoto ou garota (segundo Luciana, a obrigatoriedade de o homem tomar a iniciativa não existe mais) faz o convite para um encontro. Nos Estados Unidos, o programa escolhido é sempre acompanhado de outras pessoas e em um lugar público, como shoppings, festas ou cinema. Na América Latina, porém, isso não é regra e o encontro já pode começar com um programa a dois.
Passo a passo da paquera no Facebook, segundo o estudo
1. Adolescente se interessa pela pessoa e tenta conseguir seu nome
2. Procura a pessoa no Facebook
3. Envia um pedido de amizade
4. Confere o perfil dela
5. Pedido de amizade é aceito
6. Começa a “curtir” suas publicações ou a “cutuca”
7. Conversa no bate-papo do Facebook
8. Conversa via mensagens abertas no perfil
9. Consegue o número de telefone
10. Trocam mensagens SMS
11. Planejam marcar um encontro
12. Encontram-se, mas não sozinhos
13. Encontram-se sozinhos
14. Pessoa envia pedido de relacionamento no Facebook
15. Atualizam status para "em um relacionamento sério"
16. O namoro começa de verdade

Quando a coisa fica séria
Outra constatação do estudo foi a de que, mesmo que tenha havido um pedido de namoro pessoalmente, as incertezas só acabam quando os envolvidos mudam o status do Facebook de “solteiro” para “em um relacionamento sério”. “Isso é visto como uma declaração pública e só aí o relacionamento se torna algo garantido”, explica Luciana.

(*) Com informações do Portal UOL