terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Transformando "coisa" em Arte ...

O que é a obra de arte? Como uma coisa pode se tornar arte?
Estas duas perguntas são fundamentais quando se trata do fenômeno artístico. Afinal, não podemos falar de arte sem nos remetermos à obra de arte.
Segundo Martin Heidegger, um dos filósofos alemães mais importantes do século XX, uma simples coisa é, por exemplo, um bloco de granito. É duro, pesado, extenso, maciço, informe, rude, colorido, ora baço, ora brilhante. Tudo o que acabamos de enumerar podemos encontrar na pedra.
Tomamos assim conhecimento das suas características. Mas as características indicam que é peculiar à própria pedra.
São as suas propriedades. A coisa tem-nas. A coisa? Em que pensamos quando nos referimos aqui à coisa? Manifestamente, a coisa não é apenas o somatório das características, tampouco a acumulação das propriedades através da qual somente surge o todo. A coisa é, como todos julgam saber, aquilo em torno do qual estão reunidas as propriedades. 

Baseado no conceito de coisa e arte, arte e obra, a aula do último dia 27/02 embalou as agências experimentais Maximize, Ferox, Dolphin e nós da Pillares a aflorarmos nossa criatividade e nosso lado artístico. A professora Luciana Santos apostou numa proposta diferente, os alunos deveriam procurar nas dependências da faculdade ou fora dela algum objeto utilitário e acrescentar a chamada “natureza morta” transformando-o em uma obra.
O principal objetivo era ver o resultado final produzido com material improvisado, nossa criatividade, e capacidade nesse inicio do 3º semestre de curso.
De acordo com a professora Luciana teremos um momento futuro onde será novamente desenvolvida a atividade para compararmos e analisarmos nosso progresso.


Abaixo nossas Obras de Arte !!!


"ALEGORIA"


Utilizamos plástico, folhas de árvores, lantejoulas, cola, tesoura, fita adesiva, pedras, guache, pluma, madeira e hidrocor.


"TÁBUA DO AMOR"


Utilizamos latinha de alumínio, cola, tesoura, lantejoulas, tábua de madeira (cortar legumes), plástico, pepel de embrulho, flores, hidrocor, fita adesiva.

"ARRANJO DE SANTA CATARINA"


Utilizamos caixa de bombom, papel de embrulho, cola, tesoura, lantejoulas, pérolas, fio de nylon, folhas secas de árvores diversas, lações de enfeite, garrafa pet, algodão, hidrocor.



         

A Agência Pillares CI marcou presença com as integrantes Karina Alves, Gabriela Oliveira,Jéssica Castelaneli, Laís Silva e Laís Alves, e podemos resumir a aula em três palavras, diversão, produção e muita aprendizagem.

Perfil no Facebook antecipa performance no trabalho

RIO - Para alguém prever como você é no ambiente de trabalho, basta reservar dez minutos para olhar seu perfil no Facebook. É o que diz um estudo recém-divulgado do Jornal de Psicologia Aplicada americano. Os pesquisadores pediram a um professor universitário e a dois estudantes para espiarem, por dez minutos, o perfil de estudantes de faculdade que estão empregados. Pediram a eles que, então, respondessem a uma série de questões sobre a personalidade desses estudantes, para ver se são dependentes emocionalmente ou se parecem ser emocionalmente estáveis.

Seis meses depois, os pesquisadores compararam as avaliações do Facebook com pequenos resumos da performance profissional dos estudantes que tiveram os perfis analisados. O resultado foi uma grande correlação entre as percepções dos perfis do Facebook e suas performances no trabalho. De fato, as avaliações baseadas nos perfis no Facebook provaram ser mais precisas do que os tradicionais testes de personalidade que as empresas costumam usar para avaliar seus funcionários.

Em entrevista ao Baltimore Sun, o pesquisador Donald Kluemper disse que uma das diferenças é a mudança de sistema de referência:

— Na pesquisa, estamos perguntando a terceiros 'Esta pessoa trabalha duro?'. Num teste de personalidade, o empregado seria questionado sobre o quão duro trabalha. Uma das críticas aos testes de personalidade feitos pela própria pessoa é que podem ser falsificados. Já numa análise de página de Facebook, é bem mais difícil de isso acontecer.


Traços pessoais como extroversão e senso de humor são bem vistos por recrutadores, diz pesquisa

Os resultados do estudo puseram em xeque os tradicionais testes de personalidade, aplicados por profissionais de recursos humanos, para avaliar os candidatos. Se dez minutos são o tempo necessário para determinar se uma pessoa trabalha bem ou não, por que os recrutadores não fariam isso? Não é à toa que 70% deles, segundo estimativas, recusaram candidatos depois de acharem informações negativas sobre eles em mídias sociais, como o Facebook.

A pesquisa, porém, não se concentrou somente no tipo de informação que desqualificaria alguém para um trabalho. Também focou em traços positivos de personalidade que os empregadores gostam de ver num subordinado, como se a pessoa interage bem socialmente, se é curiosa, tem hobbies interessantes ou um bom senso de humor. Fotos de pessoas saindo e se divertindo não necessariamente foram vistas de forma negativa por recrutadores, e algumas vezes até aumentaram sua pontuação, porque mostravam que eles eram extrovertidos e que se sentiam confortáveis em situações sociais.

Quem está procurando um emprego deve, segundo os pesquisadores, considerar que um potencial empregador está lhe espreitando on-line. Antes de postar algo, é recomendável que se pense: ‘Eu gostaria que o meu futuro chefe visse isso?’. Por outro lado, dizem especialistas, não poste somente fotos de você lendo, em sua casa, completamente sozinho. De acordo com os resultados da pesquisa, aquelas fotos mostrando você fazendo uma social com amigos podem, de fato, lhe ajudar.


(*) Com informações do Portal O Globo

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Empowerment: quem tem a força pra mudar uma cultura organizacional?


Técnicas de gestão de sucesso nos EUA são um fracasso na China. O problema pode estar na falta de adaptabilidade das empresas à cultura local e à transformação de conceitos de gestão em simples ferramentas.

Um artigo de Frank T. Gallo para o HBR Blog Network, da Harvard Business Review, fala sobre a dificuldade de empresas ocidentais tentarem aplicar o empoderamento na China da mesma forma que é feito nos Estados Unidos. Em Employee Empowerment Can Work in China, longe de dizer que na China isso não funciona, o autor apenas atenta para o fato de que a forma de convidar os empregados a participarem das decisões talvez precise ser diferente. Ele escreve que "como uma prática de gestão, o empoderamento tem valor tanto na China como em qualquer outro lugar. Pode desbloquear idéias dos funcionários e estimular um envolvimento mais profundo. Enquanto poucas empresas chinesas abraçaram a prática, o empodermaneto é comum em multinacionais que atuam lá. Em uma série de empresas, incluindo Corning China, Bayer CropScience China, Tianjin Alstom Hydro e Xian-Janssen, eu vi empregados empoderados inovarem e melhorarem o desempenho de base. Mas como muitas das melhores práticas do ocidente, o empoderamento não pode ser simplesmente imposto. Gestores e os funcionários chineses precisam ver por que ele funciona e como pode beneficiá-los".

Um dos motivos do insucesso é a atribuição de status de ferramenta a conceitos amplos que deveriam ser estudados e desenvolvidos de forma adequada a cada situação. Empoderamento é um conceito que se relaciona com várias áreas de estudo (educação, administração, ciências sociais e, indispensável atualmente, tecnologia). Não é uma técnica que pode ser aplicada aqui e ali, como se fosse ponto cruz.
Para clarear as ideias dos interessados, encontrei algumas definições de empoderamento dadas por alguns autores. Pfeiffer & Dunlop (1990) diz que “o empowerment consiste na capacitação e na valorização do funcionário para contribuir em inovação e resolução de problemas em seu local de trabalho". Para Cunnigham & Hyman (1999) empowerment significa: “conseguir o comprometimento dos empregados em contribuir para as decisões estratégicas com o objetivo de melhorar o desempenho da organização".

Se buscarmos pela internet é possível encontrar estudos de caso sobre empoderamento nas organizações, com alguns exemplos bem sucedidos. Nesse trabalho acadêmico, os autores Ualison Rébula de Oliveira e Martius Vicente Rodriguez y Rodriguez tentam provar o valor do empoderamento para uma organização financeira, usando o caso da GE: "um caso de sucesso de implantação da cultura do empowerment ocorreu na General Eletric (GE), onde o presidente da empresa, sr. Jack Welch, reduziu ao máximo o número de relatórios burocráticos, autorizações e medições que eram contrários à nova cultura. Isso ocorreu, pois Welch desejava que a GE fosse conhecida por seus clientes e funcionários, em todas as suas linhas de negócios, por velocidade, simplicidade e confiabilidade. Através de reuniões em cada uma das localidades de suas filiais, a GE identificou itens que poderiam ser imediatamente alterados e se tornar mais coerentes com a nova cultura (ULRICH, 2003)".

Este conteúdo faz parte de post publicado no blog Insight Corporativo. e Mundo RP.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Palestra incentiva cidadania e conscientização no trânsito

No último dia 13 de fevereiro, a agência Pillares Comunicação Integrada juntamente com os veteranos dos cursos de Relações Públicas, Pedagogia, Letras, Psicologia e Fisioterapia participaram de uma programação de conscientização no trânsito realizada na Faculdade de Americana como ação do trote solidário 2012.

Em parceria com o Instituto Cidadania Plena (ICP) a FAM transmitiu aos alunos a campanha “Curto minha vida com prudência, educação, cidadania e trânsito”, o objetivo era apresentar à comunidade acadêmica e aos colaboradores da Faculdade as conseqüências da direção imprudente, bem como educá-los e alertá-los para o exercício da cidadania no trânsito.

Neste dia os alunos assistiram a duas palestras, a primeira apresentada em forma de teatro “Curto minha vida com prudência”, realizado pelo grupo de Troupe Trotte. O teatro mostrou diversas situações rotineiras no trânsito, proporcionadas pela correria do dia-a-dia na vida das pessoas.



A segunda palestra foi explanada pelo 1º tenente PM Samuel Andrade e foi pautada pela tema direção defensiva, onde o palestrante mostrou por meio de vídeos várias cenas do que não se deve fazer no volante e quais suas conseqüências.



A campanha está baseada no plano de ação “Década para a Segurança Viária”, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) a diversos países, com o intuito de reduzir em 50% o índice de acidentes de trânsito até 2020.

O Brasil aderiu à causa e vem mobilizando a sociedade civil, empresas privadas e organizações governamentais e não governamentais a lutarem pela redução de acidentes, em especial de jovens que estão entre a maioria das vítimas.

Sabendo da importância de programas de cidadania como este, a agência Pillares parabeniza a iniciativa da Faculdade de Americana e espera que atividades assim sempre façam parte da grade de ensino.
(*) Com informações da Assessoria da Faculdade de Americana 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Volta as aulas !!!


Depois de quase dois meses de férias, no último dia 06 retornamos às aulas.

A agência Pillares Comunicação Integrada retorna com novas expectativas e novas idéias para esse novo período que se inicia.


Neste semestre teremos as seguintes disciplinas:

Arte e Estética aplicada a Comunicação -  Luciana Santos
Pscicologia do Comportamento do Consumidor - Lucille Veschi
Marketing - João Castanheira Filho
Pesquisa de Mercado I - Qualitativa - João Castanheira Filho

Desejamos aos novos alunos do curso de Comunicação Social boas-vindas, e o que precisarem ficaremos felizes em poder ajudar no que estiver ao nosso alcance.

É hora de pensar no futuro! 2012 já começou com tudo e nós estamos a todo vapor, acompanhem o que vem por aí...