terça-feira, 29 de maio de 2012

A importância das mídias digitais no mundo corporativo globalizado


Reportagem Laís Silva dos Santos
Texto de Vany Laubé

Desde o aparecimento das mídias digitais no mundo globalizado, a população mundial tem cada vez mais vestido a camisa da web 2.0, dando início a uma nova geração de usuários: os de redes sociais. E estas redes crescem relativamente em todo o mundo. Somente no Brasil, 86% da população trafegam pelas redes sociais, tornando o país o 3º colocado no ranking de nações latino-americanas que mais usam o Facebook. Na Europa, o crescimento da mesma rede foi de mais de 300% no último ano. 
Estes foram alguns dados apresentados na tarde do primeiro dia de trabalhos do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012, por Renata Saraiva, diretora geral da Ogilvy Public Relations Brasil. Em sua palestra "Social@ogilvy: Uma Abordagem Integrada de Marketing e Comunicação na Era das Mídias Sociais", Renata destacou algumas das atividades mais usuais em redes, abordou algumas estratégias de comunicação e marketing desenvolvidas por grandes empresas no mundo todo, que aproveitam essa poderosa ferramenta pra promover sua marca e prospectar novos clientes e foi categórica: enquanto ideias inovadoras e muito criativas têm o poder de alcançar milhares de usuários em todo o mundo, um mal uso das redes pode não somente afastar as pessoas de uma marca, como causar grandes crises de relacionamento.  
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012 é uma realização da Mega Brasil Comunicação e acontece de 29 a 31 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. (Foto: Agência Imagem)

 Fonte: http://www.megabrasil.com.br/tome_nota_1024.asp#9283

A importância da imagem pessoal para quem quer chegar ou continuar no poder



Por Vithor Torres


Um importante sociólogo canadense do século passado, Erving Goffman, gostava de encarar a sociedade como uma eterna e constante apresentação teatral. Em sua concepção, os indivíduos não agem; eles encenam. Ora, baseando-se nisso, vê-se a importância da imagem de cada um para a construção associativa e direta de toda e qualquer forma de comunicação. 

Sobre essa relevância, a palestra "Poder com Estilo – a importância da imagem pessoal para quem quer chegar ou continuar no poder" foi apresentada hoje por Milla Mathias, advogada e consultora de imagem e estilo pessoal; Sergio Kobayashi, Jornalista, ex-presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e ex-secretário de Comunicação da Prefeitura da Cidade de São Paulo e Luci Molina, Jornalista e coautora do livro "Guia de estilo para candidatos ao poder - e para quem já chegou lá" - Editora Senac. A conversa foi mediada por Victor Drummond, da Drummond Comunicação.

Durante a palestra foram apresentados casos de personalidades que souberam valer-se da riqueza da imagem para ascenderem ao poder. Quem compara o passado e o presente dos presidentes Dilma e Lula consegue contextualizar e entender a importância do marketing pessoal.

Mas não é só na política que a imagem tem relevância. Para os profissionais de comunicação, por exemplo, ela tem uma importância significativa. Uma camisa manchada, uma meia muito curta ou uma gravata que não combina com o look denigrem a imagem de qualquer pessoa e compromete a impressão que ela passa na conquista de novos clientes e oportunidades. “Os detalhes errados no vestuário impedem a boa comunicação de um indivíduo. As pessoas ficam pensando ‘Tem alguma coisa errada aí...’”, explica Milla. Segundo os palestrantes, o segredo de uma imagem de sucesso é encontrar o seu equilíbrio na vestimenta.

O Congresso Mega Brasil de Comunicação Corporativa 2012, uma realização da Mega Brasil Comunicação, vai de hoje a 31 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. (Foto: Agência Imagem)

Profissional contemporâneo: há que ser veloz, sem perder a oportunidade, jamais




Por Janaína Machado

Transformações e mudanças e o principal papel do profissional de comunicação moderno em cenários de crises econômicas mundiais foram os temas abordados na palestra “O Profissional de Comunicação Moderno – gerando negócios para cliente e para a agência” que Silvio Celestino apresentou na primeira tarde do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012, que a Mega Brasil realiza de 29 a 31 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.  
Parceiro da RP1 Comunicação na área de treinamentos da agência e sócio-fundador da Alliance Coaching, Celestino mostrou que as grandes transformações humanas geram fortes influências tanto em nossa vida pessoal como profissional.  “O ser humano não passa por mudanças e sim por transformações e elas são inexoráveis; não há retorno. Isto vai repercutir em tudo, inclusive na economia. E não mexe somente com o profissional de comunicação, mexe com todas as áreas de uma empresa”, explicou.  Silvio Celestino explicou que em um cenário em constante transformação, as empresas e o profissional de comunicação devem estar preocupados em entender as leis que regem o mundo e a economia e, principalmente, devem agir com rapidez diante das oportunidades que se apresentam."Temos que planejar e executar em velocidade máxima”, disse. Para ele, "é importante aprimorar as comunicações com as novas mídias; aprender a se comunicar com as novas gerações e aceitá-las como participantes ativas na construção de ideias, compreendendo que a tecnologia é a natureza dos negócios”. 
O palestrante afirmou ainda que ainda há um longo caminho a percorrer nesta direção e alertou: "Quem não tiver esta visão não terá capacidade de se sustentar no futuro. Ter a habilidade de saber o que vem pela frente; educar os acionistas, funcionários, clientes e comunidades; tudo isso, certamente vai ajudar os profissionais e a empresa a proporcionar mais lealdade aos seus produtos e serviços”, complementou.
Do profissional de comunicação, neste contexto, espera-se que ele contribua com todo este cenário mundial de crises e transformações por meio do engajamento no negócio do cliente; sendo um profissional estratégico, planejador, mas sem trabalhar com estratégia de sobrevivência, para evitar que a empresa gaste toda a sua energia, esgote os funcionários e não cresça. O ideal, segundo Celestino, é sempre ter em mente uma estratégia de crescimento. Por isso, ele deu dicas importantes para ser um profissional de comunicação moderno: “Sempre apresentar soluções para mídias tradicionais e digitais; acompanhar novas formas de comunicação; ser bem informado, rápido e criativo e ter um poder de análise e eficiência na execução e na ação”.  E terminou de forma enfática:  “Em um cenário onde tudo muda e se transforma em velocidade máxima, o profissional de comunicação moderno não pode ter dúvida do que fazer:  ficar atento a novas fronteiras e tecnologias; estar sempre de olho no que vai surgir de oportunidade; não esperar que alguém ensine algo,pois deve ter capacidade para aprender sozinho; ter propósitos elevados e ver, principalmente, se está trabalhando em uma empresa com valores, crenças e ética semelhantes aos seus. E nunca, nunca perder as oportunidades”. 

Relações governamentais: lobby e conflitos entre interesses públicos e privados



Por Fernanda Élle

Nem sempre o interesse público e os interesses privados podem ser conjugados no âmbito das decisões político-administrativas nas diversas instâncias governamentais do país. E é nesse cenário que emerge uma figura nem sempre grata à opinião pública: a do lobista.
De acordo com Luiz Antonio Flecha de Lima, presidente da Flecha de Lima Relações Institucionais, empresa associada ao Grupo CDN, em palestra sobre "Relações Governamentais: Regulamentação no Brasil" realizada no primeiro dia do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012, a desregulamentação do setor no Brasil propicia que o trabalho de lobby das empresas, na defesa legítima de seus interesses, seja maculado pela má conduta de alguns profissionais que atuam no setor. “É imperativo que no mundo de hoje as empresas acompanhem as decisões políticas que causem impacto sobre suas atividades e busquem pressionar o governo para, por exemplo, adotar medidas que protejam o setor da crise financeira ou da entrada no mercado nacional de produtos importados subsidiados pelo governo de seus países, o que não implica - e é muito diferente - de tráfico de influência, de corrupção”, disse Lima.
Para ele, lobby pode ser definido como qualquer forma de pressão, ética e legal, para influenciar a decisão administrativa ou legislativa em favor do interesse de um grupo ou iniciativa privada. “As relações entre interesses públicos e particulares precisam ser pautadas por uma conduta de transparência, ética e legalidade. Países como os Estados Unidos, Canadá, México, Inglaterra e outros da Europa já contam com legislações que regulamentam a prática de lobby e o tem como legítimo exercício democrático”, ele diz, ressaltando que a função, tanto no exterior como aqui, é exercida comumente por jornalistas, sociólogos, relações públicas, ex-parlamentares, ex-assessores de governo, ex-diplomatas e advogados.
Apesar da crescente demanda no mercado brasileiro por este tipo de atividade, instituindo inclusive departamentos de Relações Governamentais (RG) e Relações Institucionais (RI), agindo estrategicamente em conjunto com os departamentos de Comunicação e de Assistência/Orientação Jurídica, a profissionalização do setor esbarra na falta de regulamentação da atividade. “De um lado há uma inação do poder público quanto ao tema e do outro a falta de representatividade das entidades - ainda embrionárias - que congregam os profissionais da área”, avalia. “Contudo, a aprovação de leis como a de transparência e de acesso à informação reflete uma necessidade social no Brasil de hoje, que sinaliza a tomada de ações de moralização das relações entre governo e sociedade”.
Ainda sobre legislações, Lima apontou que é aguardada a aprovação do Projeto de Lei 1.202/2007, do deputado Carlos Zaratini (PT-SP), cuja votação se encontra pendente na Câmara dos Deputados e dispõe sobre a legalização da prática de lobby no país. “A aprovação dessa lei será um grande passo para a democracia brasileira à medida que regulamentará uma área de atuação existente e possibilitará a melhor fiscalização, controle e também a punição dos que incorrerem em práticas de corrupção”, concluiu.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012 acontece até o dia 31 de maio no Centro de Convenções da Rebouças, em São Paulo. (Foto: Agência Imagem)


Graça Taguti: o consumidor de hoje é sensorial, multitarefa e lúdico


Por Vany Laubé
“Me interessa muito o perfil do consumidor, cada vez mais contemporâneo diante de uma web 3.0 em que o drive é a customização, a favoritização, é a internet das coisas que conversam entre si.” Durante a apresentação de número um das sessões simultâneas do primeiro dia do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012, a jornalista, publicitária e mestre em Novas Tecnologias da Comunicação e Cultura, Graça Taguti apresentou um panorama da importância das diferentes mídias em diversos momentos da história para explicar o que é o “Homo Sapiens 3.0 – o perfil e as demandas do ser humano contemporâneo: afinal, você tem sede de que?”. “As pessoas precisam entender que a revolução das mídias vem acontecendo desde a I Guerra Mundial, comprimindo tempo e espaço e nos modificando como consumidores”, disse, mencionando telégrafo, rádio, revista, cartazes e cinema até chegar na tevê dos anos 50, a grande responsável pela formação da sociedade de consumo. Para Graça, são os gadgets hoje que fazem o que a tevê daquele tempo nos impunha. “Dos anos do produto (50), para o da imagem (60), novas sensorialidades e cognições se criaram a partir das várias mídias que, ao seu tempo e hora, têm nos aproximado – em tempo e espaço – ao mesmo tempo que nos distancia – uns dos outros”, provocou. Para Graça Taguti é inegável que estejamos vivendo a era do cibridismo, na qual estamos e somos on e offline ao mesmo tempo. É neste contexto que os games se proliferam e tornam-se cada vez mais poderosos, com as pessoas entendendo que errar é apenas uma fase a ser transposta e que consumidores de informação leem, falam e escrevem ao mesmo tempo, tornando tudo cada vez mais provisório”. Graça elencou diversas tendências do consumidor contemporâneo, como a criação da era dos objetos motivacionais – quando a eles são atribuídas propriedades digitais para promover aumento de valor - e o design thinking, entre outras. A palestra de Graça Taguti abriu os trabalhos vespertinos da 15a edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação, uma realização da Mega Brasil Comunicação, de hoje a 31 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. (Foto: Agência Imagem)


Fonte: http://www.megabrasil.com.br/tome_nota_1024.asp

Turismo só funciona para turistas se a cidade for boa para com seus habitantes


Por Vithor Torres
A Copa é iminente. As Olimpíadas se aproximam. E as discussões sobre os mais variados assuntos que esses dois megaeventos proporcionam são inevitáveis. Mobilidade urbana, ampliação do setor hoteleiro, melhoramento dos aeroportos, enfim, são pontos de um debate extremamente produtivo para o futuro do Brasil e de suas empresas. Há um setor que se beneficiará de tudo isso: o do turismo.
Sobre os desafios e as possibilidades desse setor, Milton Longobardi, diretor da São Paulo Turismo (SPTuris), ministrou a palestra "Marketing de Destinos como Fator de Desenvolvimento Econômico" no primeiro dia do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012, evento que acontece até dia 31 no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. A mediação da apresentação foi de Márcia Glogowski, diretora da agência RP1 Comunicação.
Com um vídeo-propaganda de São Paulo usado para a captação de recursos no exterior, Longobardi iniciou e mostrou quais pontos funcionam e quais não dão certo para o turismo. O vídeo exaltou a grandeza da metrópole, com seus inúmeros eventos e acontecimentos, teatros, cinemas, restaurantes e hotéis. "Quando dizemos que se consome 1 milhão de pizzas por dia em São Paulo, as pessoas logo pensam: 'Meu Deus, que mercado enorme!'”.
A pauliceia é o ponto de análise e a referência de Longobardi. E é um exemplo mais do que válido para se pensar o turismo brasileiro nos próximos anos. Além dos dois principais megaeventos, o país receberá ainda a Copa das Confederações, o Congresso Mundial do Rotary, as Paraolimpíadas e tenta realizar também a Expo 2020. O marketing, em todos esses casos, contribuirá decisivamente para o sucesso desses acontecimentos e do desenvolvimento das sedes e arredores. O objetivo desse marketing é muito simples: “fazer com que os visitantes gastem o seu dinheiro no Brasil”, explicou Longobardi.
Apesar do tamanho e do potencial do Brasil, o turismo ainda tem pouco espaço e relevância para a economia nacional. “Espera-se que, a partir de 2014, esse cenário comece a mudar”, deseja Longobardi. Afinal, o setor traz mais vantagens que a exportação. Só em 2011, São Paulo arrecadou quase 7 bilhões de dólares com os visitantes estrangeiros. A única ressalva que Longobardi faz é a de que, normalmente, quase todos se esquecem: “Turismo só funciona para os turistas se a cidade é boa para com seus habitantes”. (Foto: Agência Imagem)




Fonte: http://www.megabrasil.com.br/tome_nota_1024.asp

Transparência na divulgação da informação gera valor e solidifica marcas


Por Adriana do Amaral
A Conferência de abertura do 15º Congresso Mega Brasil de Comunicação, realizada hoje (29), no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, foi uma aula de como a geração de informação de qualidade e o acesso aos porta-vozes são facilitadores para a criação de uma marca forte e de uma comunicação bem feita. O especialista em Agronegócio e Bioenergia e ex-presidente da ÚNICA (União de Cana de Açúcar), Marcos Jank, palestrou sobre o tema “A Comunicação Transformadora que impacta organizações e sociedade: a experiência da ÚNICA e do projeto AGORA”.Ao assumir o desafio de desenvolver uma estratégia de comunicação total no Brasil, Estados Unidos e União Europeia, em 2008, o especialista focou três áreas estratégicas: competitividade, sustentabilidade e comunicação. O resultado foi a criação de um posicionamento global para o produto etanol, criação de uma agenda comum para a entidade de classe ÚNICA, abertura de novos mercados e, principalmente, uma cobertura midiática ampla e abrangente, baseada em informações oficiais.Em cinco anos, Marcos Jank concretizou o mais completo case que representa uma planta de baixo carbono, a cana de açúcar e todos os seus potenciais produtos lançados ou em desenvolvimento. Entre as diversas ações, ele contou que a ampliação do relacionamento com a mídia, com base em respostas prontas e abrangentes a todas as solicitações, gerou a credibilidade necessária para a divulgação dos conteúdos da organização. Num segundo momento, a estratégia se desdobrou no projeto AGORA, que reúne 20 entidades da cadeia sucroenergética e empresas fornecedoras, em um trabalho de relações públicas norteado para a difusão de informação voltada para a sociedade.Ao apresentar o palestrante, o consultor de comunicação, Antonio Alberto Prado foi categórico ao afirmar serem raros esses momentos de contato entre o formador de opinião e o jornalista ou os profissionais de comunicação. “Só a Mega Brasil oferece estes momentos ímpares de confraternização e troca de conhecimento”.O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2012 acontece até o dia 31 de maio no Centro de Convenções da Rebouças, em São Paulo. (Foto: Agência Imagem)


Fonte: http://www.megabrasil.com.br/tome_nota_1024.asp